Começa a coleta de dados metoceanográficos no ponto do piloto
Boia e lidar medem vento, onda e correnteza no ponto do piloto, antes da instalação.
Energia eólica offshore flutuante · Rio Grande (RS)
O projeto
O Aura Sul Wind vai instalar uma turbina de 18,5 MW sobre uma plataforma flutuante de concreto, a 65 km de Rio Grande, longe da costa. Lá vai medir o que ninguém mediu no mar brasileiro: vento, onda, correnteza, carga, movimento, custo e prazo.
Feita com a cadeia que a indústria já domina, através de um amplo diálogo com todos os stakeholders.
65km
da costa de Rio Grande (RS)
44m
de profundidade no local
18,5MW
de potência da turbina
50%
menos capital que uma fundação de aço
Valores de projeto, sujeitos a validação antes da publicação.
01
Opera acima de 50 m de profundidade, onde fundações fixas enfrentam limites técnicos.
02
A turbina é montada em terra e a plataforma é rebocada até o local, com menos risco, menos custo e janelas de instalação mais curtas.
03
O sistema de amarração dispensa perfuração profunda e estudos geotécnicos extensos. É uma área em que o Brasil já tem experiência comprovada.
04
Impacto visual quase nulo nas praias e interferência mínima na pesca e nas comunidades costeiras.
Amplo diálogo
Federal, estadual e Marinha do Brasil. A lei que vai reger a eólica offshore brasileira será escrita com números medidos no Aura Sul Wind.
Prefeitura, comunidade e pescadores. É a primeira vez que a cidade é ouvida antes de o projeto avançar.
Universidades no Brasil e no Japão. Pela primeira vez a pesquisa brasileira de eólica flutuante tem um projeto real para estudar.
Fornecedores, associações e parceiros internacionais. Quem entra agora ajuda a definir o padrão do setor e sai com a especificação que vai valer para os próximos projetos.
Investidores e financiadores. O investidor decide sobre número medido em água brasileira.
Cinco frentes de trabalho
Projeto da Raijin Float, engenharia do projeto de demonstração e estudos de pré-FEED e FEED, com avaliação técnica, econômica e ambiental.
Medição metoceanográfica — vento, onda e correnteza — com lidar duplo e boia, antes da instalação do piloto; telemetria estrutural e operacional da plataforma e da turbina; e gêmeo digital dos sistemas marinhos com teste de cenários de falha.
Condução do licenciamento ambiental do piloto, fortalecimento do arcabouço sublegal e mapeamento do que ainda precisa de regra para a tecnologia operar em escala.
Qualificação de fornecedores brasileiros em plataforma, montagem, cabos, subestação, logística portuária e certificação, e programas de transferência de conhecimento em operação e manutenção.
Interlocução permanente com o Estado brasileiro nas três esferas, com a academia dos dois países e com as comunidades costeiras e pesqueiras de Rio Grande.
Marcos
2024
Início das conversas de desenvolvimento.
2025
Lançamento do projeto, definição do local, início do licenciamento ambiental no IBAMA (Termo de Referência recebido) e início do pré-FEED.
2026
Início do monitoramento ambiental, com o SiMCosta.
2027
FEED.
2030
Construção e monitoramento.
2032+
Operação comercial.
Cronograma sujeito a liberação antes da publicação.
Notícias
Boia e lidar medem vento, onda e correnteza no ponto do piloto, antes da instalação.
Primeiro encontro com a Secretaria de Meio Ambiente abre o diálogo formal com a comunidade pesqueira.
A engenharia brasileira de concreto pré-fabricado reduz capital, obra e emissões, e fica no país.
Notícias ilustrativas do protótipo.